O envelhecimento não elimina a necessidade de afeto, vínculo e troca emocional. Pessoas idosas continuam desejando companhia, intimidade e relações que façam sentido para suas histórias de vida.
Tratar a afetividade na velhice como tabu é negar uma dimensão fundamental do ser humano. Reconhecer a pessoa idosa como sujeito de sua própria história implica respeitar seus desejos, escolhas e formas de se relacionar e de viver relações de forma livre e respeitosa.
Falar sobre afeto no envelhecimento é falar de dignidade, autonomia emocional e qualidade de vida.
Envelhecer também é continuar em relação.

